Fechado
O significado filosófico da palavra que é a base de todo o mercado financeiro
O tempo passa: o pregão virou tela, o aperto de mão virou emoji, o cafezinho virou call e até os estagiários, antes baratos e assustados, agora vêm embalados como produto artesanal de empório, com vocabulário de consultor, camisa com iniciais bordadas e pretensão de sócio.
Nesse meio-tempo, os fundos surgem e morrem com a velocidade de uma tese mal parida: nasce um multimercado “disruptivo”, levanta uma lâmina bonita e performance inicial arrojada, toma meia dúzia de aplausos no circuito da Faria Lima e, quando a realidade aparece, descobre-se que era só espuma cara.
O mercado ficou mais digital, mais perfumado, mais cheio de adjetivo. Mas não ficou necessariamente melhor: porque, no fim, o que sustenta qualquer negócio sério não é a animação do PowerPoint, nem a bio do sujeito no LinkedIn, nem a quantidade de palavras complicadas que ele usa para parecer profundo. O que sustenta o jogo é uma coisa escandalosamente simples e hoje quase revolucionária: palavra.
Quando um comprador encontra um vendedor, há um instante em que toda a cosmética do capitalismo moderno deveria se recolher à própria insignificância. Sobra o essencial: um quer vender, o outro quer comprar. E, entre os dois, existe um pacto invisível que dispensa firula: “fechado”.

Essa palavra, aliás, vale mais do que muito contrato celebrado por gente que adora posar de institucional e depois passa semanas “revisitando premissas”, “realinhando expectativas” e “reavaliando termos” – o dialeto covarde dos que aprenderam a trocar honra por conveniência. Disse fechado, está fechado. Não porque seja bonito nem porque seja romântico, mas porque, sem isso, o mercado vira um grande baile de sonsos bem-vestidos, em que todo mundo negocia e ninguém se compromete. E onde ninguém se compromete, cedo ou tarde ninguém mais acredita em ninguém.
Caso contrário, não existiria mais confiança. E sem confiança não existe crédito, não existe sociedade, não existe parceria, não existe mercado; existe apenas uma muvuca cara, cheia de gente tentando levar vantagem enquanto posa de sofisticada.
No fim das contas, civilização é isso: a capacidade de uma palavra dita valer alguma coisa. Todo o resto (algoritmo, plataforma, tokenização, assinatura eletrônica e o escambau), é acessório: útil (às vezes), impressionante (para os deslumbrados), mas acessório. O centro continua o mesmo, velho e insubstituível: disse fechado, está fechado.


Minha origem é o mercado do agronegócio (soja, milho, trigo, boi gordo, café, etc) entre 1990 e 2010, daí passei gradativamente para o mercado financeiro. Costumava se negociar no TELEFONE, por ali se dava o sagrado "fechado" para concluir o negócio, depois ia o telex, e depois o e-mail de confirmação. Todo mundo cumpria porque estava em jogo a REPUTAÇÃO, e esta era a única garantia do profissional ou da empresa continuarem no mercado fazendo negócios. Bons e saudosos tempos!
Sempre tive palavra. Sempre cumpri com a palavra. Quem me conhece sabe que sempre digo: para mim a palavra vale mais do que eu escrevo. E vale mais porque sem a palavra se estará diante de mentiras enlatadas où dissimuladas e assim num mundo de patifes, de oportunistas, de escroques e de farsantes. A prova disso é que:
1) ganhei 1 processo contra o @BC onde autarquia me cobrava ilegalmente R$250 milhões. E ganhei durante 14 anos porque meu advogado acreditou minha palavra que defendi a verdade e que pagaria no fim os seus advogados. BACEM foi humilhado por perder processo e por ter sido condenado a meu advogado que acreditou na minha palavra R$1.35 milhões de honorários:
2) ganhei processo contra Kodak porque essa corrompeu um CLERK e um ministro do STF para violar decisão a meu favor em 1994 e 1995 e homologou uma declaração falsa de um CLERK que no dia 31/07/90 tinha sido proferida uma decisão contra mim em NYC de URS$5,485,889.04 que não EXISTE simplesmente. Quando apresentei a cópia integral do processo USA ao MPF-PGR o ministro do STF enganado
ou corrompido pela KODAK 16 dias depois teve um colapso cardíaco e morreu. Tive a honra de ter como meu advogado nesse caso o conhecido processualistas CÂNDIDO RANGEL DINAMARCO que aceitou patrocínio da minha defesa sem pagar um centavo de honorários. Um dos homens mais corretos que já conheci e devo ainda os honorários e vou pagá-lo logo que receber o que o BANCO DO BRASIL roubou de minha empresa.
3) mesma coisa no caso do patrocínio da minha causa contra o BANCO DO BRASIL. Meus advogados aceitaram patrocínio da causa acreditando que eu tinha razão e na minha palavra. Trabalham desde 1997/2026 sem eu pagar um centavo até hoje. Isso mostra a força que tem a palavra. Até agora ganharam licitamente e de forma paciente e lícita a causa contra o BANCO DO BRASIL cujos fatos e provas me autorizam dizer aqui que minha empresa criada em 1984 venceu o maior Banco do Estatal cujo valor da sentença atualizada conforme julgado em 1 e 2, grau de jurisdição perfaz R$1.75 bilhões de reais. Terei a honra de pagá-los na primeira linha de preferência após receber.
4) portanto o elemento motor das vitórias que tive foi o de honrar a palavra e defender a verdade. Verdade que privada foi e valor provado que venci judicialmente, fugiram de mim todos os bancos que propus ceder parte deste meu crédito recebível judicial. Assim mentiram para negar e esconder a força da verdade que prevaleceu numa relação de compadrio mafioso mantida entre estes bancos com o Banco do Brasil e os patifes e canalhas do Banco Central que de tanto mentir se lambuzaram e desmoralizaram com operações fraudulentas com o BANCO MASTER.
VIVA A PALAVRA QUE INDICA REAL VALOR E SOMENTE A CERTEZA DE CUMPRIR COM A OUTRA PARTE E CERTEZA DE VITÓRIA!
Assim aprovo e endosso o que defendeu a FARIA LIMA e condeno e não vou dar trégua aqueles membros do governo @LULA_Oficial que esse patife e farsante se apropriou em favor da UF verba alimentar minha com ordem do STF te pagar e o patife cafajeste não deixa pagar há 9 anos cujo montante hoje está em R$35 milhões de reais.